Conexão Ferrante 2026: 10ª edição reúne mais de 130 participantes para discutir o futuro das grandes operações

Conexão Ferrante 2026: confira os destaques da 10ª edição, que reuniu mais de 130 participantes para discutir o futuro das grandes operações.

Sumário

Mais de 60 empresas, profissionais de diferentes regiões do Brasil e especialistas em tecnologia, conectividade e agronegócio participaram de dois dias de programação voltados aos desafios e às transformações das grandes operações.

“Um futuro sem limites” foi o conceito que conduziu a 10ª edição do Conexão Ferrante. Mais do que o tema de um evento, a ideia traduziu as discussões que fizeram parte dos dois dias de programação: como tecnologia, conectividade e inteligência podem contribuir para operações cada vez mais integradas, eficientes e preparadas para novos desafios.

Em 2026, o Conexão Ferrante reuniu mais de 130 participantes, representando mais de 60 empresas, em uma programação composta por 10 palestras e diferentes momentos de relacionamento e troca de experiências.

Comunicação crítica, conectividade no campo, digitalização, gestão de frotas, infraestrutura de comunicação, operações agrícolas e florestais e inteligência aplicada ao agronegócio estiveram entre os principais assuntos abordados.

Na 10ª edição, especialistas, clientes, parceiros e profissionais que vivenciam diariamente os desafios das grandes operações compartilharam diferentes perspectivas sobre uma questão em comum: como conectar tecnologia às necessidades reais de quem não pode parar?

Um encontro que conecta diferentes regiões, empresas e lideranças

A dimensão da 10ª edição não aparece apenas no número de participantes.

Em uma análise da base de inscritos do Conexão Ferrante 2026 mostra profissionais de seis estados brasileiros e mais de 60 cidades, reforçando o alcance do encontro para além de uma única região.

São Paulo concentrou a maior presença na base, acompanhado por profissionais de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Amazonas.

Outro dado ajuda a compreender o perfil de quem participou das discussões: 56% dos inscritos identificados na base ocupavam posições de liderança, considerando funções como diretores, gerentes, coordenadores, supervisores, gestores, líderes e encarregados.

A presença expressiva de profissionais ligados a áreas como operações agrícolas, agricultura digital, automação, tecnologia, infraestrutura, engenharia e conectividade também reforçou o caráter técnico e estratégico do encontro.

Mais do que ampliar o alcance do Conexão Ferrante, essa diversidade colocou no mesmo ambiente profissionais com diferentes experiências, desafios e responsabilidades dentro das grandes operações.

Tecnologia e conectividade diante dos desafios das grandes operações

Em setores como agronegócio, indústria e operações florestais, comunicação e conectividade fazem parte da infraestrutura necessária para manter pessoas, equipamentos e processos integrados.

Grandes distâncias, áreas remotas, equipes distribuídas, máquinas em movimento e ambientes críticos tornam a disponibilidade da comunicação ainda mais relevante para a continuidade das atividades.

Foi a partir dessa realidade que diferentes discussões ganharam espaço no Conexão Ferrante 2026.

Ao longo das palestras, radiocomunicação, comunicação crítica, digitalização de operações, infraestrutura, gestão de frotas e inteligência aplicada ao agro foram abordadas não apenas como tendências tecnológicas, mas a partir de sua relação com desafios vivenciados no dia a dia das empresas.

Essa perspectiva está diretamente ligada ao propósito do Grupo Ferrante de promover conectividade inteligente capaz de gerar segurança e desenvolvimento para o agronegócio e outros setores essenciais.

Confira mais sobre as palestras abaixo:

Comunicação crítica: quando estar conectado é parte da operação

Entre os assuntos da 10ª edição, a comunicação crítica teve espaço importante nas discussões sobre operações que dependem de disponibilidade, alcance e confiabilidade.

Cid Rocha, Executivo de Vendas para Canal da Motorola Solutions, e Manuella, Analista de Pré-Vendas da Motorola Solutions, apresentaram o tema “Ecossistema Motorola para Comunicação Crítica”, ampliando a discussão sobre as possibilidades de integração de tecnologias em ambientes operacionais.

Em cenários nos quais as equipes precisam tomar decisões em campo e responder rapidamente a diferentes situações, a comunicação deixa de ser apenas uma ferramenta de contato.

Radiocomunicação, infraestrutura de rede e diferentes soluções de conectividade passam a compor um ecossistema que precisa acompanhar as características e a complexidade de cada operação.

Da conectividade à digitalização das operações

Estar conectado, porém, é apenas parte dessa transformação.

Com a evolução das tecnologias disponíveis para o campo e para grandes ambientes produtivos, a infraestrutura de comunicação também passa a sustentar novas possibilidades de gestão, acompanhamento e integração de informações.

Na palestra “Além do Sinal: Como a Digitalização Muda a Operação”, Wellington Rosa, Executivo de Contas do Grupo Ferrante, trouxe essa perspectiva para o encontro.

A discussão mostrou como conectividade e digitalização estão cada vez mais relacionadas. Quando equipamentos, equipes e sistemas conseguem trocar informações de maneira estruturada, a comunicação passa a contribuir também para uma visão mais ampla da operação.

Nesse cenário, pensar em conectividade no agronegócio significa olhar além da existência de sinal. Significa avaliar cobertura, infraestrutura, equipamentos, integração e as necessidades específicas de cada ambiente.

Gestão de frotas e tecnologia aplicada ao campo

Outro eixo importante da programação foi a aplicação da tecnologia à gestão de ativos e operações agrícolas.

Victor Nunes, consultor de negócios da Platform Science, apresentou “Safra Segura, Caixa Forte: Como a tecnologia de gestão de frota pode reduzir custos”.

O tema colocou em discussão a relação entre tecnologia, gestão de frotas e eficiência operacional, especialmente em contextos nos quais veículos, máquinas e equipes precisam atuar de maneira coordenada.

Em grandes operações, ter acesso a informações sobre os ativos e utilizá-las para apoiar decisões pode contribuir para uma gestão mais estruturada dos recursos disponíveis.

Esse movimento acompanha uma transformação mais ampla do agronegócio: a tecnologia deixa de estar restrita a ferramentas isoladas e passa a integrar diferentes etapas da operação.

Infraestrutura e comunicação em operações florestais

Os desafios de conectividade também mudam de acordo com o ambiente em que uma empresa atua.

Gustavo Friederichs, Coordenador de Competitividade e Projetos Florestais da Eldorado Brasil, abordou essa realidade na palestra “Mudança de paradigma na gestão de infraestrutura de proteção e comunicação em operações florestais”.

Operações distribuídas por grandes extensões territoriais exigem uma visão de infraestrutura capaz de considerar cobertura, disponibilidade e as particularidades das atividades realizadas em campo.

Ao trazer experiências e desafios de uma operação real para o centro da conversa, o Conexão Ferrante aproximou o debate tecnológico da realidade de quem precisa transformar soluções em resultados no dia a dia.

Conectividade na lavoura como base para um agro cada vez mais integrado

À medida que máquinas, sistemas, equipes e dados passam a fazer parte de uma mesma operação, a conectividade no campo assume um papel cada vez mais relevante para o desenvolvimento do agronegócio.

Esse foi o ponto central da palestra “Conectividade na lavoura: por que ela é essencial para o agro”, apresentada por Renato Coutinho, Gerente de Desenvolvimento de Negócios e Parcerias B2B da TIM Brasil.

O tema levou ao Conexão Ferrante uma discussão diretamente relacionada aos desafios de operações realizadas em grandes extensões territoriais: criar condições para que diferentes tecnologias possam permanecer conectadas e apoiar as atividades realizadas no campo.

Mais do que ampliar o acesso à comunicação, falar em conectividade no agronegócio significa pensar na infraestrutura necessária para acompanhar a evolução tecnológica das operações agrícolas e permitir uma integração cada vez maior entre pessoas, equipamentos e informações.

A palestra reforçou, assim, um dos principais eixos da 10ª edição do Conexão Ferrante: para avançar na digitalização do agro, é preciso construir uma base de conectividade capaz de acompanhar as necessidades reais da lavoura.

Menos complexidade para manter a operação disponível

Além da escolha da tecnologia, a forma como as empresas acessam, implantam e mantêm suas soluções também esteve entre os assuntos discutidos.

Caio Schiavinato, Gerente Comercial do Grupo Ferrante, apresentou “Soluções como serviço: menos custo, mais disponibilidade”, trazendo para o encontro uma discussão sobre novos modelos para estruturar tecnologias essenciais à operação.

O assunto dialoga com um desafio recorrente das grandes empresas: administrar ambientes cada vez mais tecnológicos sem ampliar desnecessariamente a complexidade da gestão.

Mais do que adquirir equipamentos, grandes operações precisam pensar no ciclo completo da solução, considerando projeto, implantação, disponibilidade, suporte e continuidade.

A próxima safra também será de inteligência

Se conectividade e digitalização já transformam a maneira como grandes operações trabalham, o uso estratégico da informação amplia ainda mais essas possibilidades.

Na palestra “A próxima safra do agro será de inteligência”, o empreendedor e palestrante Rodrigo Iafelice trouxe esse olhar para o futuro do setor.

O tema reforçou uma das ideias que atravessaram a programação do Conexão Ferrante 2026: tecnologia por si só não encerra a transformação.

O avanço está também na capacidade de conectar informações, pessoas e decisões.

No agronegócio, isso significa uma operação em que conectividade, máquinas, sistemas, dados e conhecimento passam a trabalhar de maneira cada vez mais integrada.

Comunicação inteligente e rastreamento para operações agrícolas mais seguras

Em grandes operações agrícolas, acompanhar o que acontece no campo e manter as equipes conectadas são fatores importantes para uma atuação mais segura e eficiente.

Essa perspectiva esteve presente na palestra “Comunicação inteligente e rastreamento em tempo real para uma operação agrícola mais segura e eficiente”, conduzida por Dione Rodrigues, Supervisor do Centro de Operações Agrícolas da Adecoagro.

O tema trouxe para o Conexão Ferrante a discussão sobre como comunicação e rastreamento em tempo real podem apoiar a rotina de operações distribuídas em grandes áreas, aproximando equipes e ampliando a visibilidade sobre o que acontece no campo.

Ao conectar esses recursos à realidade da operação agrícola, a palestra reforçou um dos principais pontos discutidos ao longo do evento: a tecnologia ganha valor quando responde a desafios concretos da operação.

Mais do que ampliar a conectividade no campo, o avanço está em utilizar comunicação e informação de forma integrada para apoiar uma operação mais segura, conectada e eficiente.

Comunicação que não pode parar: disponibilidade para operações críticas

Em ambientes onde cada minuto de operação importa, manter a comunicação disponível é uma necessidade diretamente relacionada à continuidade, à segurança e à eficiência das atividades.

Esse foi o ponto de partida da palestra “Comunicação que não pode parar”, apresentada por Gabriel Machado, engenheiro da ARS Eletrônica. Atuando há cinco anos no desenvolvimento de novos produtos na empresa, Gabriel reúne mais de dez anos de formação e experiência nas áreas de eletrônica e engenharia elétrica.

Durante o Conexão Ferrante, o tema trouxe atenção para um desafio presente em diferentes setores: como estruturar sistemas de comunicação preparados para acompanhar operações que precisam permanecer conectadas mesmo em cenários de alta exigência?

A discussão reforçou a importância de pensar a comunicação para além dos equipamentos utilizados. Em operações críticas, disponibilidade e confiabilidade precisam fazer parte de uma infraestrutura capaz de sustentar a troca de informações entre equipes e contribuir para a continuidade das atividades.

A palestra se conectou diretamente a um dos principais debates da 10ª edição: quando a operação não pode parar, a comunicação também precisa estar preparada para acompanhar essa realidade.

Dez edições construindo conexões

Chegar à 10ª edição do Conexão Ferrante amplia o significado do encontro.

Ao longo dos anos, o evento se consolidou como um espaço de proximidade entre o Grupo Ferrante, clientes, parceiros, especialistas e empresas que compartilham muitos dos mesmos desafios relacionados à comunicação, tecnologia e eficiência operacional.

A história construída até aqui ajuda a explicar a dimensão alcançada em 2026, mas o principal significado dessa marca está no que ela permite construir daqui para frente.

Mais de 130 participantes. Mais de 60 empresas representadas. Profissionais de seis estados e mais de 60 cidades presentes na base de inscritos. Mais da metade dos inscritos em posições de liderança. Dez palestras em dois dias de programação.

Os números dimensionam o encontro. Mas são as conexões entre essas pessoas, experiências e conhecimentos que explicam sua continuidade.

Um futuro sem limites começa pelas conexões construídas agora

As grandes operações estão se tornando cada vez mais conectadas.

Radiocomunicação, infraestrutura de comunicação, automação, gestão de frotas, digitalização e inteligência aplicada ao agronegócio fazem parte de um cenário em que diferentes tecnologias precisam funcionar de maneira integrada e responder às necessidades específicas de cada operação.

Nesse contexto, discutir o futuro significa também compartilhar o que já está acontecendo no campo, compreender novos desafios e aproximar quem desenvolve tecnologia de quem a utiliza diariamente.

Foi esse encontro de perspectivas que marcou a 10ª edição do Conexão Ferrante.

“Um futuro sem limites” representa a possibilidade de continuar avançando por meio de tecnologia, conhecimento, relacionamento e conectividade.

Depois de dez edições, o Conexão Ferrante segue cumprindo seu papel de aproximar pessoas e soluções para discutir os caminhos das operações que não podem parar.

Porque o futuro das grandes operações também depende das conexões construídas hoje.

Ferrante. Confiança que conecta.