Em setembro, o Conexão Ferrante chega à sua 10ª edição, reunindo gestores, engenheiros e tomadores de decisão dos setores sucroenergético, industrial e de transporte para discutir o futuro da comunicação crítica.
O evento acontece de 22 a 24 de setembro, no Hot Beach Parque & Resorts, em Olímpia (SP), sob o tema “Um futuro sem limites”.
Os temas centrais da 10ª edição
Ao longo de dez anos, o Conexão Ferrante deixou de ser apenas um encontro institucional e se consolidou como um espaço de debate técnico sobre os desafios reais da comunicação em operações críticas. Nesta edição, as discussões giram em torno de cinco eixos:
- Comunicação crítica
- Inteligência e dados
- Segurança operacional
- Conectividade
- Automação
Comunicação crítica
Discussões sobre protocolos, redundância e canais dedicados para operações que não podem parar em nenhuma circunstância, da usina à central logística. O foco está em como estruturar a comunicação para que uma falha isolada não comprometa toda a operação.
Inteligência e dados
Sistemas digitais de radiocomunicação hoje geram muito mais do que voz: histórico de chamadas, localização de equipes e indicadores de uso de canal. Esse eixo debate como transformar esses dados em decisões de gestão, e não apenas em registro.
Segurança operacional
Diretamente ligado às exigências de normas como a NR-10, a NR-12 e a NR-33, esse eixo trata da comunicação como parte da própria estrutura de segurança do trabalho, e não como um item acessório.
Conectividade
Um dos maiores desafios de operações extensas, seja uma fazenda, uma usina ou uma planta industrial, é garantir que o sinal chegue a todos os pontos, mesmo em terrenos com relevo irregular ou grandes distâncias.
Automação
Com a crescente integração entre pessoas e sistemas automatizados, esse eixo discute o papel da comunicação na coordenação entre operadores, máquinas e centros de controle.
Quem deve participar
O Conexão Ferrante é voltado a quem toma decisões sobre infraestrutura crítica e segurança operacional, entre eles:
- Gestores de operações industriais, agrícolas e de logística
- Engenheiros responsáveis por infraestrutura de comunicação e conectividade
- Profissionais de segurança do trabalho e compliance normativo
- Equipes de TI e automação industrial
- Fornecedores e integradores de sistemas de comunicação
Reunir esses perfis no mesmo espaço é o que torna o evento produtivo: quem enfrenta o problema no dia a dia conversa diretamente com quem trabalha na ponta da solução.
A trajetória do Conexão Ferrante até aqui
Ao longo de nove edições anteriores, o Conexão Ferrante se consolidou como um dos principais encontros do setor de radiocomunicação voltados ao agronegócio, à indústria e ao transporte. A cada ano, o evento amplia o escopo das discussões, acompanhando as mudanças nas exigências normativas e nas tecnologias disponíveis para operações críticas.
O que esperar da programação
A programação do Conexão Ferrante costuma combinar palestras técnicas, painéis com especialistas do setor e espaços de networking entre participantes de diferentes segmentos. Também é comum haver apresentação de tecnologias e equipamentos atuais de radiocomunicação, permitindo contato direto com soluções que muitas vezes só existem na teoria para quem não acompanha o setor de perto.
O papel da Ferrante na construção do evento
O Conexão Ferrante nasceu de uma constatação simples: comunicação crítica não é um assunto que se resolve só com um manual de equipamento, é um tema que precisa de discussão constante entre quem opera e quem projeta a solução.
Ao longo de mais de 20 anos como Revenda Platinum Motorola Solutions e Integradora de Sistemas certificada, a Ferrante acompanhou de perto como as exigências de comunicação mudaram nos setores sucroenergético, industrial e de transporte, e o evento é reflexo direto dessa trajetória.
Cada edição é construída a partir das dúvidas mais frequentes que a Ferrante recebe de seus clientes ao longo do ano, o que explica por que os temas debatidos costumam antecipar decisões que os próprios participantes vão tomar nos meses seguintes. Isso também é o que diferencia o Conexão Ferrante de um evento puramente institucional: o conteúdo nasce da prática, não do discurso.


