Torre de comunicação própria: quando vale o investimento para sua operação

Torre de comunicação própria: veja quando sua operação precisa de uma estrutura própria e entenda como funciona o projeto e a instalação.

Sumário

Toda operação que depende de radiocomunicação pode chegar a um momento em que a infraestrutura existente deixa de acompanhar suas necessidades.
Expansão da área atendida, mudanças na dinâmica operacional, novos pontos de trabalho ou dificuldades recorrentes de cobertura podem indicar que é hora de reavaliar a estrutura de comunicação. Mas isso não significa, necessariamente, que a solução seja instalar uma torre nova.
A decisão precisa partir de uma análise técnica da operação para entender se uma torre própria é realmente necessária e, caso seja, qual configuração atende melhor ao projeto.

Sinais de que a infraestrutura de comunicação precisa ser reavaliada

Alguns cenários podem indicar que a estrutura atual merece uma análise mais aprofundada:
  • Falhas ou instabilidades de sinal em pontos específicos da propriedade ou da planta;
  • Uso recorrente de soluções provisórias para ampliar a cobertura;
  • Expansão da área operacional, com novos setores, galpões, unidades ou talhões;
  • Mudanças na distribuição das equipes em campo, criando novas demandas de comunicação;
  • Alterações no sistema de radiocomunicação, que podem exigir uma revisão da infraestrutura existente.
Esses sinais não determinam, por si só, a necessidade de uma torre. Eles mostram que é importante avaliar a cobertura atual, os pontos críticos e a estrutura disponível antes de definir o próximo investimento.

Torre autoportante ou estaiada: o que define a escolha?

Quando o diagnóstico aponta para a necessidade de uma nova torre, uma das decisões do projeto envolve o tipo de estrutura. Entre as configurações utilizadas estão as torres autoportantes e estaiadas.

 

As autoportantes não utilizam cabos de sustentação externos, o que pode ser uma vantagem em locais com menor disponibilidade de área ao redor da estrutura.

 

Já as torres estaiadas utilizam cabos de sustentação fixados ao terreno e, por isso, precisam de uma área adequada para a instalação dos estais.

 

Mas não existe uma regra que determine que um modelo seja sempre melhor para uma indústria e outro para uma operação rural.

 

A escolha depende de fatores como:
  • altura necessária;
  • quantidade, peso e características das antenas e equipamentos;
  • cargas previstas na estrutura;
  • espaço disponível para implantação;
  • condições do terreno;
  • características do local;
  • requisitos técnicos e operacionais do projeto.

 

Por isso, o tipo de torre deve ser definido a partir do dimensionamento de cada instalação.

O que entra no investimento de uma torre de comunicação

O investimento em uma torre própria vai muito além da fabricação da estrutura metálica.

 

Dependendo das características do projeto, podem fazer parte do processo:
  • estudo de viabilidade da instalação;
  • levantamento e análise da área que precisa de cobertura;
  • definição da localização e altura da estrutura;
  • projeto e dimensionamento estrutural conforme as condições da instalação;
  • avaliação das características do terreno e das necessidades de fundação;
  • consideração das ações de vento previstas nas normas técnicas aplicáveis;
  • fabricação da estrutura metálica;
  • transporte e montagem;
  • instalação dos sistemas de antenas e comunicação;
  • procedimentos regulatórios e autorizações, quando aplicáveis.

 

Cada etapa depende das características específicas da operação. Por isso, comparar projetos apenas pelo preço ou pela altura da torre pode levar a uma conclusão equivocada sobre o investimento necessário.

Como saber se uma torre própria é realmente necessária

Antes de definir equipamentos ou estruturas, o projeto deve começar pelo entendimento do problema.

 

Onde estão as dificuldades de comunicação? Quais pontos precisam ser atendidos? Como o relevo, as edificações e outros obstáculos interferem na propagação do sinal? A infraestrutura atual pode ser aproveitada?

 

A partir dessa análise, diferentes caminhos podem ser considerados. Em alguns casos, uma nova torre pode ser necessária. Em outros, o reposicionamento de antenas, o aproveitamento de estruturas existentes, ajustes na rede ou a inclusão de repetidoras podem atender melhor à operação.

 

O objetivo do diagnóstico é justamente identificar qual arquitetura oferece a melhor resposta para aquela necessidade. Essa avaliação também reduz o risco de dois problemas comuns: investir em uma estrutura acima do necessário ou adotar uma solução insuficiente para os requisitos da operação.

Como a Ferrante desenvolve projetos de infraestrutura de comunicação

Na Ferrante, a definição da infraestrutura começa pela análise das condições reais da operação. A equipe avalia a área que precisa ser atendida, os pontos críticos de comunicação, a infraestrutura existente, o terreno, as condições de instalação e os requisitos técnicos do projeto.

 

A partir dessas informações, é possível dimensionar a solução e definir aspectos como localização, altura, tipo de torre, infraestrutura associada e equipamentos necessários.

 

A Ferrante atua no desenvolvimento e na execução de soluções de infraestrutura para radiocomunicação, incluindo torres metálicas autoportantes e estaiadas, integradas às demais tecnologias previstas para cada projeto.

 

Como Integradora de Sistemas e Revenda Platinum Motorola Solutions, com certificação ABNT NBR ISO 9001, a Ferrante trabalha a infraestrutura como parte de uma solução completa de comunicação.

 

Mais do que definir uma torre, o objetivo é estruturar uma rede adequada às condições e às necessidades de cada operação.